Aberto 1º Seminário sobre Assistência Técnica
e Extensão Rural Pesqueira
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 27/11/2007.
Meio Ambiente contabiliza mais uma vitória
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 10/11/2006.
A humanidade no contexto atual enfrenta um desafio de reverter à crise Ambiental global decorrente do modo de produção e consumo irresponsável, implementado em nome exclusivo do crescimento econômico, essa lógica unilateral é um dos principais responsáveis pelo agravamento de secas, enchentes, aquecimento global, fome, miséria e exclusão social, evidenciando a lógica insustentável desenvolvimentista. Apesar do desmatamento biológico, mental e cultural que assola o Brasil e Pernambuco, assim como todo planeta, nossa beleza natural e gente resistem, lutam e clamam por sustentabilidade. Pois sabemos que a cada dia, a cada não, resta-nos menos tempo para agir, em função de alguns danos agudos, crônicos e irreversíveis. A conjuntura nos remete a um desafio que consiste em aliar a ecologia à economia, em uma alquimia que se une a outras dimensões do saber - social, cultural, política e ética. Enquanto representantes da sociedade temos que ser alquimistas e se inspirar nos verdadeiros sábios, o povo, que, ao longo de gerações, aprenderam com a natureza a conservação e manejo dos recursos naturais e da biodiversidade. De uma forma geral, esses problemas ocorrem porque o planejamento das políticas públicas tem sido historicamente, negligenciado, mal executado ou a formação para tal é deficiente ou não tem sido realizado. O improviso é uma excelente ferramenta para a vida, mas não se sustenta em longo prazo ou nem sempre dar certo sem o mínimo plano, mesmo aqueles especialistas que tem o domínio do conteúdo e possuem muita criatividade, precisam contar para obtenção dos resultados de uma boa dose de sorte. Nessa perspectiva, faz-se necessário implementar ações para promover a gestão compartilhada dos recursos naturais e da biodiversidade, o que implica analisar, repensar ou estabelecer métodos e instrumentos de formação coletiva da concepção de vida. Para tanto, atendendo uma demanda do Conselho estadual do Meio Ambiente - Consema, a Comissão de Defesa do Meio Ambiente - CDMA da Assembléia legislativa de Pernambuco realizou junto com a Sectma e a sociedade a edificação coletiva do plano de políticas públicas ambientais de Pernambuco, envolvendo todas as regiões do Estado e com apoio da Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe, Consema e Amupe. A idéia é construir a partir do clamor de cada município um diagnóstico que subsidie o plano de políticas públicas ambientais regional, que se consolidará o de Pernambuco. Iniciamos essa construção participativa pelo Agreste Setentrional, recebendo em Santa Cruz do Capibaribe para edificar o diagnóstico e plano ambiental das políticas públicas regional, nos dias 25 e 26 de outubro, representantes das prefeituras, sociedade civil, ambientalistas, técnicos institucionais da CPRH, Sectma, Compesa, Consema, Amupe, Fundarj, universidades, faculdades, associações de moradores, de agricultores, artesões, dentre outros. O evento culminou com uma audiência pública realizada às 14h do dia 26 de outubro no Cine Teatro de Santa Cruz de Capibaribe, o qual contou com a participação: dos deputados da CDMA e da região; dos secretários de Meio Ambiente e de recursos hídricos do Estado; Major do Cipoma; diretores da CPRH, Compesa, universidades, Amupe, Comitê de bacias do Capibaribe, conselhos municipais de desenvolvimento sustentável, dentre outros. O evento visou:
* Apoiar a construção participativa das políticas públicas ambientais, com a construção do diagnostico e plano ambiental participativo de Pernambuco; * Garantir a elaboração e fiscalização da execução das leis de proteção, defesa e preservação do meio ambiente; * Promover a gestão compartilhada, democrática e eficiente dos recursos naturais e da biodiversidade; * Apoiar a formação de educadores(as) e contextos populares em educação ambiental e comunitária; * Apoiar a cooperação, monitoria e avaliação da execução das leis ambientais em vigor no estado; * Contribuir com a gestão coletiva, manejo sustentável e conservação dos recursos naturais e da biodiversidade; * Contribuir com o plano ambiental do estado - Planambiental do Governo do estado; Busca-se ao final do encontro: Levantar os problemas ambientais mais emergentes da região, definir um plano de políticas públicas do agreste setentrional, encaminhar soluções compartilhadas para os problemas mais importantes, contribuir com as ações do estado e com as conferências estadual e nacional de meio ambiente.
Meio Ambiente - Pernambiental beneficia
ecossistema do Agreste
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 30/10/2007.
Aterro sanitário próximo ao Rio Arataca divide opiniões
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 15/11/2007.
A instalação de um aterro sanitário nas proximidades do Rio Arataca, localizado no município de Igarassu, e os danos que a medida pode causar ao manancial foram temas debatidos em audiência pública realizada, ontem, pela Comissão de Defesa do Meio Ambiente da Alepe. A solicitação partiu dos moradores do Engenho Ubu, onde vivem 200 famílias assentadas pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), desde 1995.
De acordo com o representante da Associação dos Produtores Rurais do Engenho Ubu, Severino Raimundo, a construção do aterro na localidade oferece riscos à saúde devido à proximidade com o Rio Arataca, além de desvalorizar a área e prejudicar a agricultura familiar. "O chorume poluirá o manancial que funciona como ponto de captação de água da Compesa para abastecer toda a Zona Norte do Recife e Região Metropolitana. Cerca de um milhão de habitantes consomem esta água". Ele disse que a solução seria a transferência do empreendimento para outro local com aproximadamente cinco quilômetros de distância do rio
Alexandre Menelau, que representa a Central de Tratamento de Resíduos de Igarassu, explicou que não haverá perigo de contaminação para a população nem para o meio ambiente, pois o chorume será tratado e, quando a água estiver em condições adequadas, será despejada em outro local, no Canal de Santa Cruz.
"Somos favoráveis à construção do aterro, mas longe do Rio Arataca", destacou a presidente da Comissão, deputada Ceça Ribeiro (PSB). Ela ainda informou que o colegiado pretende realizar uma visita ao local e solicitar uma audiência junto ao Governo do Estado para tentar solucionar a questão.
Também participaram do debate os deputados Sílvio Costa Filho (PMN), Terezinha Nunes (PSDB), Sebastião Rufino e Ciro Coelho, ambos DEM, e representantes da Compesa e do Ministério Público.
Meio Ambiente - Audiência propõe uso de latas de alumínio

Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 14/11/2007.
Você pode não perceber a diferença entre as latinhas de aço e as de alumínio quando consome refrigerantes ou cervejas. Mas a verdade é que as de alumínio, diferentemente das de aço, são 100% recicláveis em número ilimitado de vezes. Esse e outros benefícios da utilização do alumínio foram discutidos em audiência pública da Comissão de Meio Ambiente da Alepe, na manhã de ontem, por sugestão do 2º secretário da Casa, deputado Raimundo Pimentel (PSDB). O parlamentar é autor do Projeto de Lei n° 72/2007, que proíbe, em Pernambuco, a comercialização de bebidas envasadas em latas de aço.
A proposta foi rejeitada na Comissão Constituição, Legislação e Justiça por ser considerada inconstitucional. O colegiado julgou que o projeto fere o princípio da livre iniciativa e, por isso, não chegou a passar pelas outras Comissões. A idéia de Pimentel em propor a reunião foi ouvir a opinião das entidades e órgãos públicos ligados ao assunto, além de mobilizar parlamentares e organizações civis para aprovar a proposta em Plenário e incorporar sugestões à proposição.
O parlamentar afirmou que a iniciativa terá impactos sociais, econômicos e ambientais importantes. "O resgate das latas de alumínio garante a renda de cerca de cem mil pessoas no Estado. Algumas empresas, por economia, estão deixando de utilizar alumínio nas latas e passando a usar o aço e isso traz duas repercussões", afirmou Pimentel, a primeira, segundo ele, é o reflexo ambiental, porque o aço é nocivo ao ecossistema. A outra é sobre os catadores, que deixam de recolher porque o apurado com o produto não vale a pena.
Segundo Pimentel, o quilo do alumínio rende, em média, R$ 3,20, enquanto o do aço rende apenas R$ 0,20. "Há, ainda, a questão de energia. O processo de reciclagem do alumínio gasta 95% menos energia, se comparado ao consumo elétrico quando o produto é fabricado pela primeira vez. É uma série de benefícios", acrescentou Pimentel. A presidente da Comissão, deputada Ceça Ribeiro (PSB), lembrou que há, também, o problema do recolhimento de tributos sobre as latas de aço. "Essas latas são fabricadas no Ceará e todo o ICMS fica para aquele Estado. Pernambuco fica apenas com o lixo produzido por elas".
Para o tenente Ricardo Couto, da Companhia Independente de Policiamento do Meio Ambiente (Cipoma), "a livre iniciativa não pode estar acima do meio ambiente e das questões socioeconômicas. "Isso é uma inversão de valores. O Cipoma é favorável à proposta", frisou. A deputada Elina Carneiro (PSB) não pôde comparecer ao encontro, mas enviou representante. Também participaram o presidente da Cooperativa de Catadores Pró-Recife, José Cardoso, além de representantes de instituições ligadas ao meio ambiente.
MEIO AMBIENTE DISCUTE CONSTRUÇÃO DE
ATERRO SANITÁRIO
DOE - Publicada em 14/11/2007 às 13:36
O projeto de construção de um aterro sanitário nas proximidades do Rio Arataca foi discutido, nesta quarta (catorze de novembro), em audiência pública realizada pela Comissão de Meio Ambiente. A solicitação partiu de moradores do assentamento Engenho Ubu, no município de Igarassu.
De acordo com o presidente da Associação de Moradores do Engenho Ubu, Severino Raimundo, o empreendimento oferece riscos à saúde devido à proximidade do local de depósito do lixo com o rio Arataca.
Já o representante da Central de Tratamento de Resíduos em Igarassu, Luiz Antônio Coelho de Andrade, ressaltou que os moradores não vão ser prejudicados com a iniciativa. Ele destacou, ainda, o objetivo de construir um aterro sanitário para tratar adequadamente o lixo produzido em Pernambuco. //
A presidente da Comissão, deputada Ceça Ribeiro, do PSB, informou que o colegiado vai solicitar uma audiência junto ao Governo do Estado para solucionar a questão. //
Também estiveram presentes ao debate os deputados Silvio Costa Filho, do PMN, Terezinha Nunes, do PSDB, Sebastião Rufino e Ciro Coelho, do Democratas, além de representantes da Compesa e Ministério Público. (R.F.)
Manguezal - Ecossistema ameaçado
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 07/11/2007.
A preocupação em preservar os manguezais de Pernambuco está presente em um projeto de autoria do deputado Esmeraldo Santos (PR), que está tramitando na Assembléia Legislativa.
"Os mangues fornecem abrigo à reprodução dos peixes e alimento para caranguejos, além de ser fonte de néctar para as abelhas. As florestas formadas por mangues estão entre as mais produtivos e complexos ecossistemas da Terra", lembrou o parlamentar, frisando que o manguezal é um ponto de equilíbrio ecológico.
Santos observou, ainda, que os mangues estão ameaçados por diversos fatores, "como os empreendimentos imobiliários, em favor de salinas, tanques de aqüicultura, estradas, portos, hotéis, campos de golfe e plantações. E morrem por inúmeras causas: derramamento de óleo, poluição química, excesso de sedimentos, rompimento do equilíbrio hídrico e salino".
O republicano salientou a importância da preservação dos manguezais para os pescadores e comunidades que dependem da reprodução dos peixes e caranguejos para sobreviver.
Projetos visam reduzir aquecimento global
Publicado no Diário Oficial do Estado (D.O.E.) em 07/11/2007.


