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sábado, 21 de março de 2009

Hora do Planeta 2009

Hora do Planeta é uma iniciativa da WWF que pretendemobilizar mil milhões de pessoas contra as alterações do clima

Últimas notícias

20 Mar 2009 Hora do Planeta – Faltam 8 Dias para o Apagão
  • Novos embaixadores surgem em defesa da mensagem contra as alterações climáticas que já contabiliza 1400 cidades aderentes
  • Vídeos com testemunhos das figuras públicas portuguesas já acessíveis no site da WWF Portugal – www.wwf.pt
  • 10 ideias para tornar a noite do apagão especial

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17 Mar 2009 Famosos aderem ao apagão global pelo Planeta
  • Nuno Gomes, Joana Seixas, José Carlos Pereira, Cristina Cunha, Camané, Susana Félix, Luis de Matos e Quimbé dão a cara pela Hora do Planeta
  • Grupo Renascença junta-se à SIC e à Visão como media partner
  • Campanha invade Lisboa e IKEA inicia divulgação da Hora do Planeta nas lojas por duas semanas

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No próximo dia 28 de Março, às 20H30, você tem um compromisso com o Planeta para demonstrar que a luta contra as Alterações Climáticas é possível.

Esta iniciativa, promovida pela WWF, envolve Cidadãos Comuns, Governos e Empresas numa acção conjunta que pretende sensibilizar os menos atentos para os efeitos nefastos do aquecimento global. Até ao momento, mais de 900 cidades em 80 países já se comprometeram a apagar as luzes dos seus edifícios mais emblemáticos.

Em Lisboa, o Cristo-Rei, a Ponte 25 de Abril, o Palácio de Belém, o Mosteiro dos Jerónimos, a Torre de Belém, o Padrão das Descobertas, o Castelo de São Jorge, os Paços do Concelho, o Museu da Electricidade e o Centro Cultural de Belém vão ficar às escuras como sinal de apoio à mensagem da Hora do Planeta.

Qual é o objectivo da Hora do Planeta?

O ano de 2009 é um ano crítico nesta questão, uma vez que é o ano em que 192 líderes mundiais, sob o apelo das Nações Unidas, se vão reunir numa Conferência sobre as Alterações Climáticas, em Copenhaga, no mês de Dezembro. Aí estará em preparação a assinatura de um novo acordo de substituição do Protocolo de Quioto, visando a adopção de medidas mitigadoras destas alterações do clima.

Com esta iniciativa, a WWF pretende mostrar aos líderes mundiais que o mundo está atento às medidas mitigadoras que vão sair desta cimeira e que todos estão comprometidos na luta contra as alterações climáticas.

"Em Dezembro deste ano, 192 líderes mundiais vão-se reunir, em Copenhaga, na Conferência das Nações unidas para as Alterações Climáticas. O que se decidir nesta cimeira será vital para o futuro do Planeta. Por isso, temos de demonstrar o nosso compromisso na luta contra as mudanças de clima e exigir aos Governos que sejam capazes de defender os interesses do Planeta acima de tudo."

O que podemos fazer na Hora do Planeta?

O dia 28 de Março vai ser um dia simbólico em que milhões de pessoas se comprometem a dedicar uma hora para reflectirem e chamarem a atenção de outros para os efeitos negativos originados pelos chamados gases de efeito de estufa e que estão na génese das mudanças climáticas que se têm registado em todo o mundo.

Cada gesto que tomemos no decorrer dessa hora vai ajudar a fomentar a sensibilidade mundial sobre o futuro do Planeta e a necessidade de encetar outras pequenas acções que podem marcar uma grande diferença, como por exemplo: usar lâmpadas de baixo consumo, desligar o ar-condicionado e preparar uma festa ou jantar à luz de velas com amigos e família.

A WWF pretende que esta acção simbólica seja mobilizadora, a nível individual, de uma mudança de hábitos e de uma tomada de consciência permanente de que é necessário travar o aquecimento global. A nível mundial, será uma clara chamada de atenção aos Governos para que assumam a sua responsabilidade na criação e manutenção de políticas mitigadoras das alterações climáticas.

A WWF faz votos que a Hora do Planeta se torne no evento de participação voluntária mais importante do mundo, e para que tal seja possível contamos consigo!

Às 20H30 do dia 28 de Março de 2009 apague as luzes e veja a diferença que pode fazer no combate ao aquecimento global. Adira à HORA DO PLANETA.

» Regista-te na Hora do Planeta

Fonte - http://www.wwf.pt/hora_do_planeta_2009/

quinta-feira, 19 de março de 2009

Governo vai monitorar impacto do aquecimento global sobre o Nordeste

Fonte: Site Ambiente Brasil - http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=44392 -19/03/2009

A caatinga e o cerrado, regiões que juntas somam 60 milhões de habitantes, vão ganhar um sistema integrado para monitorar os impactos das mudanças climáticas. Uma parceria entre o Ministério do Meio Ambiente e o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais está desenvolvendo o projeto piloto do Sistema de Alerta Precoce de Secas e Desertificação. Reunião marcada para o início do próximo mês entre os dois órgãos dará mais um passo na definição da estratégia para assegurar que o governo esteja pronto para dar respostas aos efeitos do aquecimento global. O quarto relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) prevê impactos ambientais dramáticos para as regiões tropicais até fins do século 21 e recomenda a adoção de medidas de monitoramento. A região do semi-árido será a mais atingida, segundo estudos do IPCC, levando à necessidade de um sistema capaz de alertar o estado para que se adotem medidas que previnam os 28 milhões de habitantes do semi-árido. O SAP, como vem sendo chamado o sistema de alerta, é importante para direcionar as políticas públicas, principalmente para o Nordeste. Técnicos do setor de combate à desertificação do MMA acreditam que dentro de no máximo dois anos o SAP entrará em operação. Dados estatísticos e meteorológicos e de sensoriamento por satélite vão permitir que se acompanhe o efeito do aumento da temperatura global sobre a região do semi-árido em intervalos de tempo bem definidos. A alternância entre períodos de seca prolongados e estações de chuvas mais curtas e menos intensas são a principal preocupação dos órgãos ambientais. Elas também foram previstas pelo IPCC. A dificuldade de acesso à água no semi-árido está sendo vista como um dos primeiros efeitos das mudanças climáticas. A região já sofre o efeito da escassez e má distribuição dos recursos hídricos, insuficientes, no quadro atual, em pelo menos em seis estados. O sistema de alerta está sendo pensado no sentido de prevenir para diminuir o impacto, principalmente as populações pobres, as primeiras a sofrerem os impactos das mudanças climáticas. (Fonte: Paulenir Constancio/MMA)
Estudo revela efeitos da elevação do nível do mar
Fonte: Jornal do CommercioPublicado em 17.02.2009 Levantamento da Sociedade Nordestina de Ecologia mostra que Afogados, Boa Viagem e Imbiribeira seriam os bairros do Recife mais prejudicados se as águas subissem entre 50 centímetros e um metro. Levantamento da Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE) simula, pela primeira vez, como o Recife seria afetado com o aumento do nível do mar. Em parceria com a Prefeitura do Recife, a entidade mostrou como ficariam os bairros no caso de as águas subirem 50 centímetros ou um metro. Afogados, Zona Oeste, Imbiribeira, Pina e Boa Viagem, Zona Sul, ... Levantamento da Sociedade Nordestina de Ecologia mostra que Afogados, Boa Viagem e Imbiribeira seriam os bairros do Recife mais prejudicados se as águas subissem entre 50 centímetros e um metro Levantamento da Sociedade Nordestina de Ecologia (SNE) simula, pela primeira vez, como o Recife seria afetado com o aumento do nível do mar. Em parceria com a Prefeitura do Recife, a entidade mostrou como ficariam os bairros no caso de as águas subirem 50 centímetros ou um metro. Afogados, Zona Oeste, Imbiribeira, Pina e Boa Viagem, Zona Sul, aparecem entre as localidades que teriam trechos inundados. A simulação não estipula, porém, em quanto tempo a capital pernambucana sofreria os efeitos do avanço do mar no grau de intensidade demonstrado. “O que podemos afirmar com certeza é que, se o mar subir a esses níveis, sabemos as áreas que mais sofrerão”, frisou o presidente da SNE, Marcelo Mesel. Se o Oceano Atlântico subisse 0,5 metro, parte da Zona Sul, do eixo da Avenida Agamenon Magalhães e do bairro de Afogados ficaria debaixo d’água. No Pina, ilhotas do Parque dos Manguezais desapareceriam e comunidades como Bode e Encanta Moça seriam inundadas. Na Ilha do Zeca, comunidade perto do Estádio da Ilha do Retiro, os moradores também seriam prejudicados. A Imbiribeira teria regiões alagadas. Na hipótese de elevação de um metro, prejuízos se estenderiam aos bairros do Ipsep, Boa Viagem, Zona Sul, Jiquiá, Zona Oeste, e Ilha do Leite, na área central. Para Marcelo Mesel, o levantamento pode servir para as prefeituras e o Estado planejarem intervenções urbanas que minimizem os efeitos prognosticados. O estudo foi apresentado em oficina para jornalistas ministrada no navio Arctic Sunrise, da organização ambientalista Greenpeace, ancorado no Porto do Recife desde a semana passada. A embarcação percorre seis cidades brasileiras desde janeiro deste ano, promovendo campanha pelo combate às consequências do aquecimento global. Sob o lema "Salvar o planeta. É agora ou agora" o Greenpeace irá ainda a Salvador, Rio de Janeiro e Santos. Hoje, o Greenpeace recebe representantes do governo do Estado, que se comprometerá a lançar o Fórum Pernambucano de Enfrentamento às Mudanças Climáticas. Será às 9h, no Arctic Sunrise.

terça-feira, 17 de março de 2009

Comitê realiza em Caruaru o III Seminário Regional

para debater criação de reservas ambientais

O Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Caatinga - CERBCAA/PE, com o apoio da Prefeitura Municipal de Caruaru (PE) , e do IPA-Instituto Agronômico de Pernambuco, realizam, na quarta-feira (18/03/2009), na cidade de Caruaru (PE), o "III Seminário para criação de reservas particular do patrimônio natural (RPPN)." Em 2008 o CERBCAA/PE promoveu seminários com o mesmo tema nas cidades de Serra Talhada e São Caetano, apoiado pelas prefeituras locais.
O que é uma RPPN?
As Reservas Particulares do Patrimônio Natural, também conhecidas como RPPN, são áreas de conservação ambiental em terras privadas, reconhecidas pelo SNUC como uma categoria de Unidade de Conservação. A RPPN é criada a partir da vontade do proprietário, que assume o compromisso de conservar a natureza, garantindo que a área seja protegida para sempre, por ser de caráter perpétuo. O Brasil abriga hoje 746 RPPN federais e estaduais, abrangendo um total aproximado de 583.000 hectares protegidos, distribuídos em todos os biomas brasileiros.Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) é uma categoria de unidade de conservação criada pela vontade do proprietário rural, ou seja, sem desapropriação de terra. No momento que decide criar uma RPPN, o proprietário assume compromisso com a conservação da natureza. Além de preservar belezas cênicas e ambientes históricos, as RPPNs assumem, cada vez mais, objetivos de proteção de recursos hídricos, manejo de recursos naturais, desenvolvimento de pesquisas cientificas, manutenção de equilíbrios climáticos ecológicos entre vários outros serviços ambientais. Atividades recreativas, turísticas, de educação e pesquisa são permitidas na reserva, desde que sejam autorizadas pelo órgão ambiental responsável pelo seu reconhecimento.

Programa do Seminário: Caruaru - Pernambuco Data: 18 de março de 2009 Horário: 9:00 às 12:00 h Local: CESPAM - Rua Visconde de Inhauma, 410 (Por trás do campo do Central) Palestrantes: Abertura: - Elcio Alves Barros, Coordenador do CERBCAA/PE e o representante da Prefeitura do Município de Caruaru (PE); - Luiz Guilherme Dias Façanha - Instituto Chico Mendes - ICMbio; - Ricardo Souza Leão - Presidente da Associação de RPPNS de Pernambuco; - Rodrigo de Castro - Federação de Proprietários de RPPNS.

Leia mais em: O que é uma RPPN? , Perguntas e respostas sobre RPPN e Pedra do Cachorro e visite o Portal de Caruaru(PE)

Fonte: Blog do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera Caaatinga de Pernambuco

http://comitecaatingape.blogspot.com/

sábado, 14 de março de 2009

Telhados ecologicamente corretos

los-angeles-skyscrapers O GBC (Green Building Council) é uma associação que que iniciou uma campanha mundial chamada One Degree Less (Um Grau a Menos).

Essa associação consiste em promover e incentivar construções sustentáveis, através da idéia, no caso desta campanha específica, de pintar os telhados de casas e prédios de branco, ou cultivar áreas verdes nesses espaços, com o argumento de que a tinta branca retém menos calor, e o cultivo de plantas e jardins pode ajudar na diminuição de enchentes, pois essas áreas poderiam absorver mais água, retardando seu escoamento. São atitudes que, adotadas pelas maiores cidades do mundo, poderiam reduzir a temperatura do planeta em até 1ºC, daí o título da campanha.

A associação negocia com a prefeitura de São Paulo para já começar a pintar os telhados de algumas construções, para marcar o início da campanha no Brasil.

A idéia é boa, mas será que pega?

Foto: Jon Sullivan http://caixadojunior.blogspot.com/2009/03/telhados-ecologicamente-corretos.html

domingo, 8 de março de 2009

02 / 03 / 2009

Desmatamento no cerrado pode subir 14% até 2050

O desmatamento no cerrado do País terá aumentado 14% até 2050, o que deve reduzir a área preservada para cerca de 1 milhão de km2. Os dados são de um estudo da Universidade Federal de Goiás (UFG) que prevê redução de 40 mil km2 do bioma por década, se for mantido o ritmo atual de avanço da fronteira agrícola e pecuária. As áreas já devastadas deverão subir dos 800 mil km2 de 2002 para 960 mil km2 daqui a quatro décadas. Esse aumento representa a metade do Estado de Goiás ou dez vezes a área do Distrito Federal. Até 2020, cerca de 60 mil km2 poderão ser incorporados ao sistema agrícola da região. Os cálculos, feitos pelo professor da UFG Manuel Eduardo Ferreira, com base em imagens de satélites, sinalizam para uma expansão da fronteira agrícola no cerrado em direção às regiões Norte e Nordeste do País, sobretudo Bahia, Piauí e Maranhão, onde é crescente o plantio de soja. Isso trará consequências socioeconômicas e ambientais, como maior comprometimento das bacias hidrográficas de todo o bioma, com prejuízos diretos para os recursos hídricos, solo e biodiversidade da região. O cerrado se espalha por dez Estados e o Distrito Federal. É o segundo maior bioma dos seis existentes no País, perdendo para a Amazônia. É também considerado uma das savanas mais ricas do mundo por causa do contato biológico com biomas vizinhos. Em áreas de cerrado estão nascentes de importantes rios da bacia Amazônica, do Prata e do São Francisco. Ferreira atua no Laboratório de Processamento de Imagem e Geoprocessamento (Lapig) do Instituto de Estudos Socioambientais da UFG, principal organismo a estudar o cerrado no País. O Lapig é credenciado pelo Ministério do Meio Ambiente e trabalha com imagens de satélites, o que o MMA não faz - o controle por satélite é somente para a Amazônia. O estudo foi realizado em conjunto com a Universidade Federal de Minas Gerais - Departamento de Cartografia, Centro de Sensoriamento Remoto. (Fonte: Estadão Online)

Fonte - Site Ambiente Brasil - http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=44020

Meio Ambiente anuncia calendário do Pernambiental
Foto: Moisés Barbosa
Reunião de instalação promovida pela Comissão de Meio Ambiente
Foto: Moisés Barbosa
Reunião de instalação promovida pela Comissão de Meio Ambiente
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A Comissão de Meio Ambiente da Assembleia promoveu, nesta quarta (dezoito de fevereiro), a reunião de instalação dos trabalhos do colegiado no ano de dois mil e nove. A deputada Ceça Ribeiro, do PSB, foi reconduzida à presidência do grupo. A primeira medida anunciada pela parlamentar é a continuidade do projeto Pernambiental. Nessa quarta, foi divulgado o calendário da iniciativa, que prevê a realização de um diagnóstico dos problemas ambientais de todas as regiões do Estado. O primeiro município a receber o colegiado será Salgueiro, no próximo dia vinte e seis de março. As cidades de Ouricuri, Petrolina, Petrolândia, Arcoverde, Caruaru e Palmares também serão visitadas pelos deputados, entre os meses de março e maio. Segundo Ceça Ribeiro, a previsão é de que o Pernambiental será concluído até junho. Em seguida, o documento contendo as propostas da Comissão será encaminhado ao Governo do Estado. // O deputado Pedro Eurico, do PSDB, eleito vice-presidente do grupo, sugeriu a realização de visitas técnicas. Em quatro de março, a Comissão vai aos municípios do Cabo e de Ipojuca verificar a situação de três aterros. De acordo com Eurico, as áreas são de mangue e possuem cursos d´água. O deputado acredita que os empreendimentos que estão sendo construídos no local não realizaram estudos de impacto ambiental. Outra denúncia do parlamentar que será investigada é o desmatamento de uma floresta situada na Serra do Mimoso, em Pesqueira. Segundo ele, uma comunidade indígena local e integrantes do MST estão queimando madeira da caatinga para produzir carvão. A visita técnica foi agendada para o dia dezoito de março. Ainda nessa quarta, a Comissão de Meio Ambiente definiu os nomes dos titulares e suplentes do grupo. Lucrécio Gomes, do PV, Pastor Cleiton Collins, do PSC, e Dilma Lins, do Democratas, são membros titulares. Na suplência estão os deputados Aglailson Júnior, do PSB, Elina Carneiro, também do PSB, Everaldo Cabral, do PTB, Isaltino Nascimento, do PT, e Nelson Pereira, do PC do B. (C.F.)
Deputada Ceça Ribeiro
Publicada em 18/02/2009